Prova Discursiva - Redacao - revisao de vespera somada - TJ CE 2026, Tecnico Judiciario
Como esta aula foi feita
Esta aula reúne o que os professores dos aulões de véspera do TJ CE ensinaram sobre a prova discursiva.
A primeira verdade, e ela importa para você saber o peso do que vai ler: dos sete cursos que fizeram revisão de véspera, apenas um tratou de Redação.
- Foi o Gran Cursos Online, com a professora Letícia Bastos.
- Bloco de aproximadamente 54 minutos de aula — das 5h53 às 6h47 da transmissão do sábado, 08/08.
- Não abriram bloco de redação nas gravações lidas: Estratégia Concursos, Esquadrão de Elite, Ceisc, Carranza, Tribo Concursos, Exatas pra Gabaritar, Qconcursos, Tiradentes Online, Júlio Cezar Matos e Mentoria Delas.
Portanto: não existe aposta comum nesta matéria — não há um segundo professor para confirmar ou contradizer nada do que está aqui. Tudo o que segue é ensinamento da professora Letícia Bastos, e está atribuído a ela do começo ao fim.
As apostas comuns
Não há.
Aposta comum é o tema que mais de um curso apontou de forma independente, e nesta matéria só um curso fez revisão. Registro isso em vez de fabricar consenso: o material abaixo tem o valor de uma fonte só, ainda que seja uma fonte de professora especialista em redação discursiva.
O que dá para fazer é ordenar pelo tempo e pela ênfase que a própria professora deu. Os pontos abaixo estão nessa ordem — do que ela mais martelou para o que ela citou de passagem.
Apostas de um curso so
1 de 7 cursosO estilo da FCC: tema reflexivo e subjetivo
A FCC gosta de tema reflexivo, subjetivo, quase filosófico — pede a sua reflexão sobre a condição humana, não um relatório sobre um problema social.
Foi o ponto que ela mais repetiu: a professora abriu e fechou a aula nisso. Enquanto a maioria das bancas dá temas de política pública ("a importância da leitura", "acessibilidade", "feminicídio"), a FCC tem um jeito próprio de propor a dissertação argumentativa.
Os temas reais da banca que ela listou como retrato do estilo:
- a ideologia atravessa a experiência autônoma e o pensamento flexível;
- é possível imaginar um futuro gratificante?;
- a crase não existe para humilhar ninguém;
- jornada de trabalho e globalização: tendências e desafios;
- a emissão de opiniões taxativas sobre assuntos que as pessoas desconhecem;
- a educação de crianças e adolescentes na era da cultura digital;
- tecnologias de controle e segurança pública;
- apostas virtuais, liberdade individual e paternalismo estatal;
- o trabalho infantil na internet;
- a opacidade da inteligência artificial e as caixas-pretas na pesquisa científica.
Consequência prática que ela tirou disso: se o tema é reflexivo, o seu texto também vai ser reflexivo. Não force estatística de política pública em cima de um tema sobre felicidade.
Pegadinha que ela destacou, e que "derrubou uma galera": o tema a crase não existe para humilhar ninguém não era sobre crase. Quem escreveu explicando o que é crase zerou o recorte temático. Era sobre a norma culta como instrumento de exclusão social.
Na FCC, o enunciado pode vir vestido de um assunto e pedir outro. Antes de escrever, pergunte-se do que aquela frase está falando de verdade.
Três temas inéditos que ela deixou para treinar de cabeça:
- 1. a exigência contemporânea de felicidade amplia o bem-estar ou transforma a felicidade em obrigação?;
- 2. a valorização da rapidez tem comprometido o tempo necessário à reflexão e ao amadurecimento das decisões?;
- 3. receber recomendações prontas pode enfraquecer a autonomia necessária para fazer escolhas.
Quem ensinou: Letícia Bastos (Gran Cursos Online).
1 de 7 cursosTema em forma de pergunta
Toda vez que a banca terminar o tema com ponto de interrogação, a sua introdução tem que trazer a resposta.
Regra fechada da professora. E resposta afirmativa e construída, não "acho que sim".
Como ela mandou fazer:
- Pegue a própria frase do tema e transforme em afirmação.
- Se o tema é "é possível imaginar um futuro gratificante?", a introdução assume um lado — sim ou não.
- É desse lado que nascem os dois parágrafos de desenvolvimento.
- A conclusão retoma a mesma resposta.
Ela autorizou expressamente copiar a frase do tema na introdução para fazer isso. O que é proibido é copiar os textos motivadores.
Quem ensinou: Letícia Bastos (Gran Cursos Online).
1 de 7 cursosTema com dois eixos
Se o enunciado traz dois ou três elementos ligados, todos são obrigatórios — abordar só um custa metade da nota.
Segunda regra fechada dela. Exemplos de enunciado com mais de um eixo:
- "tendências e desafios";
- "apostas virtuais, liberdade individual e paternalismo estatal".
Nas palavras dela: se você falar só de tendências, tem metade da nota; se falar só de desafios, também tem metade.
O arranjo que ela recomendou para o tema de dois eixos:
- 1. introdução;
- 2. primeiro parágrafo de desenvolvimento com o primeiro eixo;
- 3. segundo parágrafo de desenvolvimento com o segundo eixo;
- 4. conclusão.
Um eixo por parágrafo.
Quem ensinou: Letícia Bastos (Gran Cursos Online).
1 de 7 cursosOnde mora a nota: o desenvolvimento
A maior parte da pontuação sai dos parágrafos de desenvolvimento, não da introdução nem da conclusão.
A professora leu os critérios de correção que constam do edital e organizou a aula em cima deles, nesta ordem:
- 1. recorte temático — se você desenvolveu o tema proposto, se tangenciou, se o texto é autoral ou tem cópia dos textos motivadores;
- 2. interpretação crítica dos textos de apoio;
- 3. progressão textual;
- 4. propriedade vocabular e morfossintaxe (a gramática propriamente dita);
- 5. coesão textual (o emprego dos elementos coesivos).
Sobre a distribuição de pontos ela mesma ficou em dúvida em voz alta ("salvo engano, valeu dois pontos"), então não fixo número aqui.
O que ela afirmou com segurança e repetiu várias vezes é a frase do topo deste bloco. Introdução gigante não compra nota.
Quem ensinou: Letícia Bastos (Gran Cursos Online).
1 de 7 cursosInterpretação crítica dos textos de apoio
A banca não quer que você repita a informação do texto de apoio — quer que você pense a partir dele.
Ela destacou que esse critério é uma particularidade da banca: segundo ela, nenhuma outra banca escreve isso no edital. E explicou o que ele exige:
- pegue a crítica que o texto motivador carrega e a desenvolva com a sua própria voz;
- interpretar, aqui, é reconhecer a ideia apresentada, extrair dela o problema, estabelecer relações e analisar causa, consequência e contradição, tomando posição diante da discussão.
Pegadinha: parafrasear o texto motivador não é interpretar criticamente, e copiar trecho dele derruba o recorte temático (o texto deixa de ser autoral). A ideia do motivador serve só para te direcionar; o aprofundamento tem que ser seu.
Quem ensinou: Letícia Bastos (Gran Cursos Online).
1 de 7 cursosArgumento e repertório
Só argumento não basta. Só repertório não basta. E há um terceiro elemento indispensável: a relação entre os dois.
Esse foi o bloco mais longo da aula. A professora separou:
- argumento é a sua posição sobre o assunto;
- repertório é a comprovação externa dessa posição — pesquisa, dado estatístico, trecho de música, filme, livro, momento histórico, pensador. Qualquer elemento de conhecimento geral que dialogue com o que você disse.
Não adianta jogar a citação e seguir em frente. A imagem que ela usou: sem essa amarração o parágrafo vira "trabalho em dupla" da escola — cada um abre a sua cartolina e nada conversa.
Como fica errado:
"Como dizia Aristóteles, o homem é um animal político. Dessa maneira, as relações sociais são importantes."
Fica solto.
Como fica certo:
Ao definir o ser humano como ser político, Aristóteles evidencia que a vida individual se constrói nas relações coletivas; contudo, quando essas relações passam a depender da exposição constante da intimidade, o reconhecimento do outro pode ser substituído pela busca da visibilidade.
Repare: veio a citação, veio a leitura dela, e veio o período que costura a citação ao argumento do candidato.
Ordem recomendada por ela: argumento primeiro, repertório depois. Perguntada diretamente, respondeu que o repertório fica muito melhor depois do argumento.
Estrutura interna do parágrafo de desenvolvimento, na ordem que ela ditou:
- 1. tópico frasal com o argumento;
- 2. fundamentação;
- 3. repertório;
- 4. explicação do porquê;
- 5. relação entre repertório e argumento;
- 6. conclusão do parágrafo.
E sim: ela afirmou que cada parágrafo de desenvolvimento precisa ser concluído.
Sobre não lembrar de nenhum autor na hora. Um aluno perguntou se poderia usar "conhecimentos empíricos" próprios. Ela respondeu que não — vivência pessoal não é repertório porque não é de conhecimento geral.
Em tom de brincadeira assumida ("é um clone meu falando", "eu nego até a morte"), disse que, no aperto, o candidato acaba atribuindo a ideia a um nome conhecido.
Pegadinha: ela mesma cravou o limite e o risco — nunca invente título de obra nem citação literal, porque isso o examinador consegue checar, e atribuir uma frase a um livro que não a contém é indefensável. Reporto como ela ensinou; o risco é dela e é seu.
Quem ensinou: Letícia Bastos (Gran Cursos Online).
1 de 7 cursosTangência: o erro que a professora mais teme
Tangenciar é ficar dentro do mesmo campo semântico do tema sem tratar do recorte específico.
Os exemplos dela:
- o tema é feminicídio e o candidato escreve sobre agressão contra a mulher em geral;
- o tema é trabalho infantil na internet e o candidato escreve sobre trabalho infantil em geral — o recorte é a internet: as crianças influenciadoras, as blogueiras mirins.
A banca não dá fuga total ao tema, mas corta o recorte temático.
Como ela mandou evitar: antes de escrever, faça um brainstorming no canto da folha — em tópicos, rapidinho — e separe quatro coisas:
- 1. o assunto geral;
- 2. o recorte específico;
- 3. a problemática;
- 4. a relação exigida entre as ideias.
Ela demonstrou com o tema do trabalho infantil na internet: exploração econômica, prejuízo ao desenvolvimento da criança, violação de direitos — e sempre puxando de volta para o eixo internet e mídias sociais.
Quem ensinou: Letícia Bastos (Gran Cursos Online).
1 de 7 cursosTese genérica
Tese é a sua opinião sobre o conteúdo, e ela vai na introdução, junto com o tema.
É a tese que caracteriza a dissertação como argumentativa. Segundo erro da lista dela.
Tese fraca, no exemplo dela:
- "é necessário discutir os efeitos" — óbvio, é para isso que a redação existe;
- "o uso excessivo das redes sociais é um grande problema".
Tese boa, no exemplo dela:
- "o uso excessivo das redes sociais prejudica a autonomia do indivíduo ao estimular comportamentos orientados pela comparação e pela necessidade permanente de aprovação".
O exercício que ela ensinou e mandou usar no texto inteiro: depois de cada afirmação, pergunte "é um problema por quê? Para quem? Que consequência gera?" e escreva a resposta.
Ela disse que esse encadeamento serve tanto para a tese quanto para os parágrafos de desenvolvimento.
Quem ensinou: Letícia Bastos (Gran Cursos Online).
1 de 7 cursosProjeto de texto: três partes, cada uma com a sua função
O texto tem três partes (não três parágrafos) — e não se misturam as funções.
Terceiro erro da lista dela: não apresentar projeto de texto.
- Introdução = tema + tese.
- Desenvolvimento = argumento + repertório, em dois parágrafos.
- Conclusão = fechamento da ideia.
Não se argumenta na introdução.
Quantos parágrafos de desenvolvimento: ela cravou dois.
- Um só: não dá.
- Três: é permitido, mas ela desaconselhou pela matemática do espaço — cada parágrafo a mais exige mais um argumento e mais um repertório, e sobra menos linha para cada um.
Proporção das partes. Ela raciocinou sobre uma folha de trinta linhas — confira na sua prova quantas linhas a folha realmente tem e aplique a mesma proporção:
- introdução curta, no máximo umas cinco linhas, e quatro já bastam;
- conclusão de tamanho parecido;
- o que sobrar dividido em partes iguais entre os dois parágrafos de desenvolvimento.
Na conta dela: cinco de introdução, cinco de conclusão, dez e dez de desenvolvimento.
Ela autorizou ainda apresentar, já na introdução, os argumentos que serão desenvolvidos — desde que o parágrafo não estoure de tamanho.
Quem ensinou: Letícia Bastos (Gran Cursos Online).
1 de 7 cursosConclusão: solução ou síntese, e quem decide é o tema
Houve problema no texto? Conclusão-solução. Não houve? Conclusão-síntese.
Regra que ela formulou de forma bem clara:
- Houve problema — seja porque a banca propôs um problema (feminicídio, por exemplo), seja porque você problematizou um tema que não era problema — então a conclusão é conclusão-solução: responda quem vai fazer, o que vai fazer, como vai fazer e para quê (a finalidade).
- Não houve problema — então conclusão-síntese: um apanhado do que você já disse, em poucas palavras.
A observação decisiva para a sua prova: ela disse que os temas da FCC normalmente não são problemas — são reflexões. Logo, o padrão nesta banca tende a ser a conclusão-síntese.
Pegadinha que ela mesma apontou: se você problematizou o tema ao longo do texto (falou da felicidade pelas consequências da falta dela, por exemplo), você criou o problema e agora tem que resolvê-lo na conclusão. Independentemente de quem criou o problema, se ele existe no texto, ele exige solução.
Quem ensinou: Letícia Bastos (Gran Cursos Online).
1 de 7 cursosRegras formais que ela deu de bandeja
Terceira pessoa, sem experiência pessoal, sem "você" — e letra em que dê para distinguir maiúscula de minúscula.
- Terceira pessoa, sempre. Nada de primeira pessoa e nada de interlocução com o leitor — nada de "você". Não pode parecer conversa com o examinador.
- Nada de experiência pessoal. Perguntada diretamente, foi taxativa: não pode. A redação não é sobre você, e a sua vivência não é conhecimento geral.
- Título não é necessário.
- Letra: pode ser de forma, pode ser cursiva, pode misturar. Mas maiúscula tem que se distinguir de minúscula — se o examinador não conseguir diferenciar, a perda é no critério de morfossintaxe.
Conectores que ela deixou prontos:
- primeiro parágrafo de desenvolvimento: com efeito, nesse sentido, sob essa perspectiva;
- segundo parágrafo de desenvolvimento (soma): ademais, outrossim, além disso;
- conclusão: portanto, logo, desse modo, dessa forma;
- oposição dentro dos parágrafos: entretanto, no entanto, contudo, embora.
Quem ensinou: Letícia Bastos (Gran Cursos Online).
1 de 7 cursosProgressão textual: o texto tem que andar
Progressão textual não é o encaixe de conectivos — é a coesão das ideias.
Sétimo erro da lista dela: não fazer as ideias avançarem.
O erro típico: repetir no segundo parágrafo de desenvolvimento, com outras palavras, exatamente o que já foi dito no primeiro. Isso é rodar em volta do tema.
A mecânica que ela deu:
- 1. faça a afirmação;
- 2. explique a afirmação;
- 3. apresente a consequência;
- 4. relacione com a tese.
E siga em frente.
Quem ensinou: Letícia Bastos (Gran Cursos Online).
Onde os cursos divergiram
Não houve divergência, porque não houve segundo curso.
Só o Gran Cursos Online fez revisão de véspera de redação para o TJ CE, com a professora Letícia Bastos. Sem outra fonte, nada aqui foi validado por confronto entre professores — e você deve ler este material sabendo disso.
Registro, por honestidade, os dois pontos em que a própria professora demonstrou insegurança ou onde o número depende da sua folha de prova:
Ponto 1 — Distribuição de pontos entre os critérios do edital
Ela hesitou em voz alta sobre quanto valia o critério de interpretação crítica dos textos de apoio ("salvo engano, valeu dois pontos"). Não fixei número neste material.
A ordem dos critérios está certa; o peso de cada um, confira no seu edital se tiver acesso antes da prova.
Ponto 2 — Número de linhas
Ela raciocinou sobre uma folha de trinta linhas ao dividir o espaço entre as partes do texto. Não consegui confirmar esse número em fonte oficial.
Use a proporção que ela ensinou (introdução e conclusão curtas, desenvolvimento com o dobro de espaço cada) sobre o número de linhas que a sua folha de fato tiver.
Pegadinhas que os professores avisaram
Todas da professora Letícia Bastos, do Gran:
- 1. O tema pode parecer ser sobre uma coisa e ser sobre outra. "A crase não existe para humilhar ninguém" não pedia gramática, pedia uma discussão sobre exclusão pela norma culta. Leia o enunciado procurando a reflexão por trás da frase.
- 2. Tema com dois ou três elementos: faltou um, foi-se metade da nota.
- 3. Tema em forma de pergunta sem resposta na introdução é ponto perdido de cara.
- 4. Copiar trecho de texto motivador destrói a autoralidade e cai no recorte temático. Use a crítica dele, não as palavras dele.
- 5. Repertório solto, sem período que o ligue ao seu argumento, não conta como articulação — é a "cartolina" separada.
- 6. Tangência: ficar no campo semântico certo mas fora do recorte específico não é fuga ao tema, mas custa caro.
- 7. Tese vaga do tipo "é um grande problema" não é tese.
- 8. Introdução inchada não compra nota — a nota mora no desenvolvimento.
- 9. Letra que não distingue maiúscula de minúscula derruba o critério de morfossintaxe.
- 10. Primeira pessoa, "você" e história pessoal são proibidos.
- 11. Repetir a mesma ideia nos dois parágrafos de desenvolvimento mata a progressão textual.
- 12. Inventar título de obra ou citação literal — a professora tratou o assunto em tom de brincadeira, mas foi clara quanto ao risco: atribuir a um livro uma frase que não está nele é o tipo de erro que o examinador consegue verificar.
O que os cursos nao chegaram a cobrir do programa
Não havia, no conjunto de arquivos deste trabalho, um conteúdo programático destacado para a prova discursiva — os critérios que a professora usou foram lidos por ela do próprio edital.
Feita essa ressalva, ficaram sem tratamento na aula, e você não vai encontrar resposta aqui:
- regras de anulação/zeramento: o que exatamente zera a discursiva (fuga total ao tema, identificação do candidato, texto em outro gênero, escrita a lápis, folha em branco);
- número mínimo e máximo de linhas e o que acontece com o texto abaixo do mínimo;
- nota mínima de corte na discursiva e quantos candidatos têm a redação corrigida;
- material de escrita (cor da caneta, rascunho, transcrição para a folha definitiva);
- prazo e forma de recurso contra a nota da discursiva;
- outros gêneros textuais além da dissertação argumentativa — a aula partiu do pressuposto de que a prova é dissertativo-argumentativa e não tratou de nenhum outro formato;
- correção gramatical detalhada (acentuação, regência, concordância, pontuação, crase), que ela remeteu expressamente à aula de Língua Portuguesa.
Nada disso foi inventado ou preenchido por mim. Se algum desses pontos for decisivo, a fonte é o edital.